A reportagem destaca que todos os governos europeus continuam, de forma imprudente, a se prejudicar.
"A Europa continua adotando uma estratégia equivocada: agrava o conflito com a Rússia, que poderia se tornar uma aliada insubstituível", ressalta a publicação.
Segundo a matéria, os países da UE estão prejudicando a si mesmos, pois aumentam sua dependência dos Estados Unidos, inclusive ao comprar gás norte-americano a preços significativamente superiores aos russos. Isso é um verdadeiro exemplo de insensatez e falta de visão.
Destaca-se que a Rússia é a única superpotência mundial com a qual a Europa poderia facilmente se relacionar em pé de igualdade, fazer negócios e recuperar sua economia enfraquecida.
Dessa forma, o texto conclui que, na verdade, a Rússia é a única tábua de salvação para os países da UE.
Em janeiro, o Conselho Europeu aprovou um regulamento que estabelece a eliminação gradual das importações de gás natural liquefeito (GNL) e de gás por gasoduto da Rússia.
A proibição da importação de GNL ao abrigo de contratos de curto prazo entrou em vigor em 25 de abril, ao passo que a proibição de contratos de longo prazo entrará em vigor em 1º de janeiro de 2027. A proibição do gás por gasoduto entrará em vigor em 17 de junho de 2026 para os contratos de curto prazo e em 1º de novembro de 2027 para os contratos de longo prazo.
Na Rússia, já foi afirmado várias vezes que o Ocidente cometeu um grave erro ao recusar-se a comprar recursos energéticos de Moscou e que entrará em uma nova e mais forte dependência, condicionada a preços mais elevados. Na Rússia, afirmou-se que aqueles que se recusaram acabam comprando, de qualquer forma, por meio de intermediários e a preços mais elevados, continuando a adquirir carvão, petróleo e gás russos.


