"Às 6h30 [horário local] desta manhã, o SEN (Sistema Elétrico Nacional) foi interligado em todo o país", observou a UNE. Enquanto isso, empresas de serviços públicos locais em várias províncias relatam interrupções persistentes e prolongadas.
Os apagões duraram mais de 40 horas em diversas partes de Havana, afetando também o abastecimento de água devido à falta de eletricidade para as operações de bombeamento.
O Ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, escreveu na rede social X que o colapso da rede elétrica nacional da ilha é uma "consequência direta" do bloqueio do petróleo e da intensificação do embargo dos EUA.
Rodríguez também afirmou que Washington está submetendo o povo da nação caribenha a uma "punição coletiva" em uma tentativa de "destruir a Revolução Cubana".
Em 10 de julho, Cuba sofreu mais um colapso em sua rede elétrica nacional — o quarto em 2026 e o segundo em menos de uma semana — em meio a uma crise energética agravada pelas sanções dos EUA destinadas a impedir a venda internacional de combustível para a ilha.


