Para o portal militar China Bugle, a operação reforça a cooperação estratégica e demonstra integração operacional rara entre forças navais.
Wang afirmou que a coordenação de ataques, o compartilhamento de dados e a comunicação entre submarinos representam um nível de integração raríssimo no cenário internacional. Para ele, o exercício abre caminho para aprofundar a intensidade e a complexidade das operações conjuntas no futuro.
Lançado em 6 de julho em Qingdao, o exercício segue agora para novas etapas sob um comando conjunto, com ambos os países prometendo ampliar transparência, cooperação e contribuição para a estabilidade global.


