Loulé: Homem detido por violar ex-companheira — Insubornavel


Loulé: Homem detido por violar ex-companheira

Fonte: Policia Judiciaria (Portugal)Clique aqui para abrir o original em nova janela ↗
Por Ana Timoteo13/07/2026 às 13:230 visualizações

A Diretoria do Sul da Polícia Judiciária (PJ) deteve, no passado dia 11 de julho, um homem, com 36 anos, pela presumível prática de crimes de violência doméstica e violação, cometidos sobre a ex-companheira, na residência onde esta habitava, em Loulé.

A investigação desenvolveu-se desde o início do mês de julho, após a prática de um crime de violação que vitimou a sua ex-companheira, a qual vinha sendo alvo de violência doméstica, com múltiplos episódios de agressão física, alguns com internamento hospitalar.

Da investigação resultou que os episódios de violência iniciaram-se em setembro de 2024, intensificaram-se a partir de abril de 2025, após o anúncio de uma gravidez, até à separação do casal, em dezembro do ano passado.

Para consumar a violação, o agressor, com antecedentes policiais e criminais por crimes violentos, entrou na residência, durante a madrugada, e surpreendeu a vítima com violência, empunhando uma arma, imobilizou-a, impedindo-a de resistir e colocou-se em fuga após as agressões.

As diligências investigatórias urgentes, realizadas pela PJ, permitiram reunir elementos probatórios fortemente indiciadores da prática dos crimes, viabilizando a emissão de mandados de detenção fora de flagrante delito.

No dia da detenção, o suspeito intercetou a sua ex-companheira, na rua, exibiu-lhe uma arma e coagiu-a entrar na residência de uma vizinha, a qual conseguiu chamar a GNR, que fez deslocar meios ao local e cercar o imóvel.

No interior, o agressor barricou-se, na posse de uma arma que utilizou para intimidar a sua ex-companheira, obrigando-a a manter relações sexuais, com recurso a violência.

Após o ato, tentou escapar por uma janela, tento sido intercetado pelos elementos da GNR, ainda na possa da arma.

O detido será presente a primeiro interrogatório judicial, para aplicação das medidas de coação.

A investigação prossegue a cargo da PJ, visando esclarecer cabalmente a extensão da atividade criminosa.

O inquérito é titulado pelo DIAP de Loulé.

Fonte
Policia Judiciaria (Portugal)
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