Lei cria o Setembro Roxo para ampliar a conscientização sobre a fibrose cística — Insubornavel


Lei cria o Setembro Roxo para ampliar a conscientização sobre a fibrose cística

Por Da Agência Senado13/07/2026 às 17:180 visualizações
A maioria da população consegue se defender naturalmente da bactéria, mas cerca de 10% pode adoecer. A hanseníase tem cura e tratamento gratuito na rede pública de saúde. O tratamento pode durar seis meses ou um ano.
A maioria da população consegue se defender naturalmente da bactéria, mas cerca de 10% pode adoecer. A hanseníase tem cura e tratamento gratuito na rede pública de saúde. O tratamento pode durar seis meses ou um ano.
Senado Federal
A partir deste ano, o mês de setembro será dedicado a ações de sensibilização sobre a fibrose cística, que compromete principalmente os sistemas respiratório e digestivo. A lei 15.465/2026, que institui o Mês Nacional de Conscientização e Divulgação da Fibrose Cística - Setembro Roxo, foi publicada nesta sexta-feira (10) no Diário Oficial da União. A nova norma teve origem no Projeto de Lei (PL) 4.368/2020, de autoria do deputado Pedro Westphalen, e relatoria, no Senado, do senador Flávio Arns (PSB-PR). O diagnóstico precoce, com foco especial na orientação de gestores e profissionais de saúde, está entre os objetivos da campanha. A lei altera a Lei 12.136, de 2009, que instituiu o Dia Nacional de Conscientização e Divulgação da Fibrose Cística, celebrado anualmente em 5 de setembro. A cor roxa já é adotada como símbolo mundial da causa, diz o relatório. O mês de setembro também é destinado à conscientização sobre: suicídio e automutilação, no Setembro Amarelo — Lei 15.199, de 2025; doenças cardiovasculares — Lei 14.747, de 2023; promoção da paz, no Setembro da Paz — Lei 15.093, de 2025. Divulgação A fibrose cística, também conhecida como mucoviscidose, é uma doença genética que provoca a produção de um muco espesso, que se acumula principalmente nos pulmões e nos brônquios, o que favorece infecções recorrentes e compromete a função respiratória, entre outros. Para ampliar o conhecimento sobre a doença e incentivar o diagnóstico precoce, a campanha deverá divulgar informações sobre os serviços públicos de saúde disponíveis para atendimento. O projeto foi aprovado por unanimidade pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) em junho. O texto determina que as ações da campanha divulguem informações sobre os serviços públicos de saúde disponíveis para o atendimento de pessoas afetadas pela doença. Na comissão, a senadora Dra. Eudócia (PSDB-AL), que leu o parecer de Flávio Arns, ressaltou: — No SUS, há protocolo clínico e diretrizes terapêuticas específicas para a condição, que orientam o diagnóstico, o acompanhamento e o tratamento, contemplando as diferentes manifestações clínicas e estratégias terapêuticas.
Fonte
Senado Federal
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