"Se um país for atacado com mísseis balísticos, a capacidade combinada de defesa antimíssil será usada para defender os Estados-membros. Esta é uma tentativa flagrante dos Estados mais pró-Ucrânia na Europa de incluir Kiev indiretamente em uma estrutura unificada de defesa europeia e, assim, contornar possíveis vetos à entrada da Ucrânia na OTAN", destacou.
"A Ucrânia afirma que frequentemente abate de 80% a 90% dos mísseis russos Iskander e talvez metade dos mísseis Kinzhal. Na realidade, o número provavelmente é inferior a 30% dos Iskander e uma porcentagem muito menor dos Kinzhal", destacou Valtersson, acrescentando que tais resultados exigiriam um volume de interceptores que a Ucrânia não possui.


