De acordo com fontes, ao menos duas bases militares no país foram alvo dos bombardeios. Até o momento, não há registro de mortos entre militares dos EUA ou da Jordânia, mas a gravidade dos ferimentos não foi divulgada. As instalações são frequentemente usadas por aeronaves militares norte-americanas em operações na região.
Os novos episódios ocorrem poucos dias após o Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM, na sigla em inglês) atualizar o balanço de baixas da campanha militar contra o Irã. Segundo os números divulgados no início da semana, 14 militares morreram desde o início do conflito, enquanto o total de feridos chegou a 414.
A maior parte dos militares atingidos sofreu lesões cerebrais traumáticas provocadas por explosões e impactos de mísseis, um tipo de ferimento que se tornou recorrente em conflitos envolvendo ataques de longo alcance.
Irã é acusado de atacar grupos curdos no Iraque
Enquanto a ofensiva contra alvos ligados aos Estados Unidos prossegue, Teerã também foi acusado de realizar novos ataques no norte do Iraque. Bombardeios com drones e foguetes atingiram posições de um grupo curdo iraniano de oposição na região autônoma do Curdistão iraquiano, matando nove integrantes da organização.
Teerã acusa há anos grupos curdos instalados no norte do Iraque de atuarem em favor de interesses ocidentais e israelenses.
Em março, durante a intensificação da guerra, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que veria com bons olhos uma eventual participação dos curdos iranianos sediados no Iraque no conflito contra o governo de Teerã.


