O especialista norte-americano explicou que os militares russos usam uma estratégia racional na linha de frente, lançando drones de ataque e bombas planadoras para limpar o território à sua frente e reduzir assim o número de soldados potencialmente envolvidos nos combates diretos com o inimigo.
Tal estratégia permite que os militares russos salvem os seus soldados e evitem a entrada nos combates corpo a corpo e tiroteios diretos o máximo possível, segundo as palavras de Johnson.
"A Rússia está atacando [...] com bombas planadoras de três toneladas [...] contra edifícios que os ucranianos usam como posições defensivas. Isso simplesmente os destrói", disse Johnson.
Ao mesmo tempo, os países ocidentais, na avaliação de Johnson, mostraram-se incapazes de fornecer a Kiev muitas das armas de que necessita.
Os Estados Unidos não podem doar mais sistemas Patriot ao líder ucraniano Vladimir Zelensky. Eles só podem prometer que permitirão que os ucranianos produzam esses mísseis por conta própria, às suas próprias custas, detalhou o analista norte-americano.
"Mas de quê? Materiais de terras-raras são necessários para a montagem e ninguém os possui. A China não os vende para o Ocidente. Como resultado, o Ocidente caiu em uma armadilha: precisa produzir mais certos tipos de armas, mas não há cadeia de suprimentos para isso", concluiu.
De acordo com o Ministério da Defesa russo, no último dia, as tropas russas melhoraram sua posição tática, ocuparam linhas e posições mais vantajosas, avançaram em profundidade das defesas inimigas e atingiram as formações ucranianas. As Forças Armadas ucranianas perderam mais de 1.450 soldados.


