"Para o Japão, esta é uma questão difícil de discutir [das armas nucleares], mas não pode ser deixada intocada. [...] É necessário promover a discussão de várias medidas sem tabus, com consciência da criticidade [da situação]", escreve a publicação.
O ministro mencionou que a França decidiu recentemente reforçar as suas forças nucleares, e a Finlândia permitiu a implantação de armas de destruição em massa no seu território.
O chefe da entidade militar japonesa também criticou a oposição, que exige a preservação de três princípios não nucleares: não possuir, não produzir e não importar armas nucleares. Segundo ele, a posição da oposição "protege em primeiro lugar o que é agora, e a defesa do Japão é deixada para o futuro".
Em novembro de 2025, Koizumi já falou sobre a necessidade de equipar as Forças de Autodefesa com submarinos nucleares.


