Anteriormente, o Comando Central dos EUA (CENTCOM) relatou a morte de dois militares na Jordânia enquanto repeliam ataques iranianos.
"O Irã se adaptou aos sistemas de defesa dos EUA usando mísseis que viajam a velocidades extremamente altas e podem manobrar ao se aproximarem do solo, disseram autoridades americanas", escreveu o jornal.
Fontes do WSJ afirmam que a capacidade do Irã de atacar alvos sensíveis levanta preocupações de que Teerã possa estar recebendo orientação e assistência da China ou da Rússia. O jornal, no entanto, não apresentou nenhuma prova para essa afirmação.
Washington e Teerã retomaram os bombardeios contra alvos um do outro em 8 de julho. O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou suspenso o cessar-fogo entre as partes, acusando o país do Oriente Médio de atacar navios mercantes no estreito de Ormuz. O Irã anunciou que fecharia a passagem marítima até que os EUA cessassem a interferência na região.
A mais recente escalada de tensões ocorreu apenas três semanas depois de as partes terem assinado um memorando que visava pôr fim ao conflito.

