Em postagem na plataforma X, Dmitriev afirmou que, após uma pausa, a "maior crise energética da história da humanidade" recomeçou com o aumento das tensões no Oriente Médio. Ele destacou que a retomada da crise afetará, em especial, a Europa.
"Países sensatos valorizam a Rússia como um fornecedor de energia indispensável e confiável em qualquer matriz energética diversificada. A União Europeia e o Reino Unido, ideológicos, são os que mais sofrerão", escreveu Dmitriev.
O comentário de Dmitriev foi acompanhado de uma repostagem da publicação do jornalista israelense Barak Ravid, que replicava uma postagem do assessor militar do líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, na plataforma sobre a retomada da escalada de tensão.
Na postagem, Khamenei afirmou que as "repetidas violações" dos EUA ao memorando de entendimento assinado com o Irã "provaram, mais uma vez, a todos o quão inútil e não confiável é a assinatura do presidente dos EUA".
"Agora que o inimigo americano busca acender a guerra e incorrer em custos ainda mais pesados e maior desgraça, ele deve saber que a amada nação iraniana e o Eixo da Resistência têm lições inesquecíveis reservadas para ele", esceveu o assessor militar iraniano.
A retomada dos ataques entre EUA e Irã diante dos impasses em torno do estreito de Ormuz levaram os preços do petróleo a fechar em alta de 4% na sexta-feira (17), o maior valor em mais de um mês.


