Após iniciativa do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), com o objetivo de viabilizar a liberação do corpo do menino Oliver Rodgers, a Justiça determinou que a Penitenciária Estadual Feminina de Guaíba providencie o deslocamento de investigada presa preventivamente ao Departamento Médico-Legal (DML) para que realize, o mais rapidamente possível, o reconhecimento formal do corpo do filho.
O menino morreu no dia 8 de julho, após ter sido espancado pelo pai, um missionário americano.
Em manifestação, o Ministério Público informou à Justiça que todas as perícias necessárias já haviam sido concluídas e que não havia impedimento para a liberação do corpo para sepultamento. A decisão foi proferida nesta sexta-feira, 17 de julho, pela 1ª Vara Criminal do Tribunal do Júri e de Execução Criminal de Viamão.
As investigações da Polícia Civil do Rio Grande do Sul apontam que o missionário e a mulher agrediam os filhos com a intenção declarada de corrigi-los e discipliná-los.

