"A ideia não é retaliação. Diz que olho por olho, o que pode acontecer é os dois ficarem cegos", declarou. "Então, a reciprocidade é, olha, nós estamos sendo injustiçados e queremos corrigir isso. Nós temos instrumentos para fazê-los no momento oportuno, da forma adequada."
"Assimilar essa decisão do governo norte-americano, que não deixa de ser injusta, indevida, descabida, mas o fato de ser injusta, descabida, indevida, não significa que o governo brasileiro não vá adotar todas as medidas para, primeiro, socorrer quem precisa do governo brasileiro."
"Estamos na expectativa de saber se serão cumulativos com os 25% ou não. Nós conseguimos, quando saiu a decisão dos 25%, excluir a outra sessão e não houve a acumulação."
"Quando você fala numa tarifa de mais de 25%, você acaba reduzindo a competitividade da indústria nacional, acaba perdendo o mercado norte-americano e é substituído por outros. Por isso é que nós temos que correr."
"Nós tivemos 2 mil empresas apoiadas pela Apex no último ano. 74% já acessam outros mercados. Não significa que tenham substituído, mas já estão acessando outros mercados […] estou indo em uma missão para a Índia, vamos dialogar com outros parceiros para tentar levar a BIMAC, por exemplo, saúde a essa iniciativa. O setor de máquinas pode exportar também para a Índia, por exemplo. Precisamos buscar novos parceiros para esses setores atingidos, sobretudo", concluiu Rosa.


