O chefe do Pentágono, Pete Hegseth, depôs perante a Comissão de Apropriações do Senado dos Estados Unidos em busca de aprovar a liberação de US$ 67 bilhões (R$ 340,97 bilhões) para repor o caixa do Departamento de Guerra norte-americano.
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Em depoimento, o secretário de Guerra especificou que o conflito no Irã já custou US$ 37,5 bilhões (R$ 190,84 bilhões) aos cofres do país. Também participou da audiência o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, Dan Caine.
Além dos recursos emergenciais, o Pentágono também solicitou a aprovação do orçamento do próximo ano, de US$ 1,5 trilhão (R$ 7,63 trilhões).
Em 24 de junho, a Casa Branca solicitou ao Congresso um financiamento suplementar de US$ 87,6 bilhões (R$ 444,7 bilhões), incluindo US$ 67,15 bilhões (R$ 340,9 bilhões) para o Pentágono. A maior parte do pacote se concentra em cobrir custos relacionados à campanha militar dos EUA contra o Irã.
Segundo o USAFacts, que disponibiliza dados públicos sobre o governo dos EUA, em dezembro de 2025, as Forças Armadas dos EUA contavam com 2,81 milhões funcionários em todo o mundo, incluindo 2,1 milhões de militares e mais de 715 mil funcionários civis. Destes, aproximadamente 1,33 milhão estão na ativa, enquanto cerca de 770 mil servem na Guarda Nacional ou são militares da reserva.


