Avalanche defende legado de Pablo Marçal e concorda em classificar PCC e CV como terroristas

23/07/2026 às 18:300 visualizações
Foto: AVISO: midia estatal russa / Sputnik Brasil
"Nós demonstramos que, com a criação de um imposto único, nós vamos tirar 90% hoje da taxa dos impostos que são cobrados e garantimos que vamos quase triplicar a arrecadação do governo federal", afirmou Avalanche, citando movimentação bancária de quase R$ 200 trilhões em 2025 como base de cálculo para a proposta.

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Avalanche também comentou a saída de Pablo Marçal do PRTB, partido que inicialmente cogitava lançar o empresário como candidato ao Planalto. "O Marçal é um grande amigo, é um player admirado", disse, atribuindo a saída a um conflito interno que o afastou da direção do partido por 11 meses após a eleição municipal de 2024. "Após a eleição do Marçal aqui em 2024, o sistema virou contra nós e tentaram nos tomar o partido", afirmou, acrescentando que laudos da Polícia Federal (PF) comprovaram a falsificação de documentos por opositores internos.
Segundo ele, quando retomou o comando da sigla, o prazo da janela partidária já havia se encerrado, obrigando Marçal e outros nomes a migrar para outras legendas.

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Sobre o legado da campanha de Marçal, Avalanche disse que sua pré-candidatura seguirá "o nosso estilo de fazer campanha, que é bem parecido com aquele que nós vimos aqui em 2024, focado 100% nas redes sociais e tendo um papo reto e direto com o eleitor, sem enganação, contando propostas viáveis e falando aquilo que realmente dá para ser feito".
Reivindicou ainda para o PRTB o título de único partido de direita brasileiro, mencionando que "Deus, pátria e família", frase usada por Jair Bolsonaro, está no estatuto da sigla.
Na área de segurança pública, o pré-candidato defendeu o isolamento de líderes de facções criminosas e o fim da visita íntima em presídios, que classificou como via de repasse de mensagens a criminosos. Avalanche disse concordar em classificar organizações como o PCC e o Comando Vermelho (CV) como grupos terroristas, porque "causa terror na sociedade".
Citou o delegado aposentado da PF Roger Miranda, apontado por Avalanche como responsável pela política de segurança do estado de Goiás, como coordenador do programa de segurança de sua pré-campanha, batizado de "Criminalidade Zero, Tolerância Zero". "Eu acho que tem que ser taxado como terrorista e tratado como tal e preso como tal", completou.

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Sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), Avalanche afirmou que a Corte virou uma "guerra pessoal de alguns ministros com o ex-presidente Jair Bolsonaro" e que cabe ao Senado Federal promover mudanças na composição ministerial.
Avalanche ainda propôs isentar de impostos a compra de veículos por motoristas de aplicativo e criar um aplicativo público que cobraria taxa de 3,5%, condicionando a medida a uma redução prévia das tarifas cobradas por empresas como a Uber.
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Sputnik Brasil
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