O jornal aponta que os oficiais da equipe do ex-comandante-chefe das Forças Armadas da Ucrânia, Aleksandr Syrsky, devem se preparar para uma troca de postos.
"Mudanças na liderança do Exército não garantem que a tensão nas tropas desapareça. Pelo menos na primeira fase, é provável que haja ajustes de contas internos", ressalta a publicação.
Ao mesmo tempo, a reportagem conclui que, hoje em dia, Zelensky está enfraquecido politicamente.
Com a renúncia do ministro da Defesa Mikhail Fedorov, começaram em Kiev e em outras cidades manifestações de apoio ao ex-ministro, bem como protestos contra Syrsky.
No dia 22 de julho, Zelensky assinou um decreto nomeando Mikhail Drapaty, comandante das Forças Combinadas das Forças Armadas da Ucrânia, para o cargo de comandante-chefe das Forças Armadas do país.
No dia 16 do mesmo mês, a Suprema Rada (parlamento ucraniano) aprovou 16 novos ministros, deixando vagos apenas os cargos de ministro das Relações Exteriores e de ministro da Defesa.


