Em um novo artigo, o professor Subir Sarkar, da Universidade de Oxford, e colegas mostraram que os defensores da expansão acelerada não levam em conta um efeito de supernova antiga que vira tudo de cabeça para baixo. Para a análise, os autores usaram o mais atualizado dos catálogos disponíveis, o Pantheon+, que inclui 1.701 supernovas e incorporaram muitos dos pontos de vista dos críticos sobre suas propostas.
Quando Sarkar e seus colegas incluíram a correção do grupo de Seul em sua análise, concluíram que a expansão do Universo pode não estar acelerando (e até mesmo diminuindo ligeiramente). Portanto, a energia escura não seria mais necessária, explicam os pesquisadores.


