O presidente afirma no texto ter dito repetidamente a Trump que "não precisamos compartilhar a mesma visão de mundo" para manter uma relação benéfica entre as duas maiores democracias das Américas.
Lula afirmou ainda que a única guerra necessária no hemisfério é contra "fome, pobreza e desigualdade", usando como armas "investimento, tecnologia e comércio justo". Disse que tentativas de impor restrições ideológicas à parceria bilateral "não prevalecerão" e criticou declarações recentes de autoridades norte-americanas: "Ninguém nos derrotará com mentiras".
O presidente concluiu que o Brasil respeita a soberania alheia e exige reciprocidade: "O destino do Brasil cabe somente aos brasileiros determinarem — sem interferência estrangeira ou subserviência".


