"Ordena-se ao policial responsável pelo caso, ou à autoridade policial competente, que prenda o Sr. Juan Evo Morales Ayma e o conduza à Unidade Especializada de Polícia de Combate à Corrupção."
A decisão surge na sequência de uma denúncia apresentada pelo Comitê Cívico Pró-Santa Cruz referente aos 53 dias de bloqueios de estradas e protestos no país.
De acordo com o documento, Morales é acusado de supostamente ter cometido os seguintes crimes:
Levante armado contra a segurança e a soberania do Estado;
Terrorismo;
Colocar em risco a segurança dos meios de transporte;
Associação criminosa;
Incitação pública à prática de crime;
Colocar em risco a segurança dos serviços públicos.
Em resposta, o ex-presidente boliviano afirmou que o processo contra ele visa desviar a atenção da "profunda crise econômica e social" que o país sul-americano enfrenta.
"Eles não nos intimidarão. Continuaremos lutando ao lado do povo, como sempre fizemos", declarou Morales pela rede social X.


