Visando as fontes de renda
Desde então, "identificaram-se as fragilidades dessas empresas, já afetadas pela crise; ou seja, há um duplo efeito: por um lado, a ação direta, a intensificação das políticas coercitivas e o risco de permanecer na ilha; e, por outro lado, a queda nas reservas de hotéis, na receita financeira e nas viagens aéreas".
Abrindo caminho?
"Acredito que os Estados Unidos expulsaram, ou melhor, afastaram empresas estrangeiras de Cuba, já que os espaços que elas deixam para trás podem ser atrativos para empresas norte-americanas no futuro. Os hotéis e as condições estão lá, e Trump poderia suspender as sanções contra o Sheraton ou o Marriott, por exemplo, para que eles possam investir em Cuba", indicou.
Medidas com resultados imediatos
Um cerco medieval à ilha
"Se não houver um modus vivendi mínimo que crie condições menos adversas para o capital estrangeiro, fica difícil para o país receber esses fluxos de investimento. As medidas nascem limitadas por um contexto hostil à possibilidade de essas regulamentações se tornarem realidades tangíveis, especialmente na área de investimento estrangeiro", observou.





