Segundo a publicação, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, durante sua visita aos Estados Unidos, assegurou ao presidente norte-americano, Donald Trump, que são os Estados Unidos, e não Israel, que desempenham "um papel de liderança" nas relações com o Irã.
"As autoridades israelenses expressaram de modo privado a preocupação de que Trump, antes das eleições de meio de mandato, esteja tentando 'manter essa guerra em um estado atenuado'", informou a agência, citando fontes anônimas israelenses.
A fonte acrescentou que as autoridades israelenses estão cada vez mais preocupadas com a sensibilidade de Trump ao aumento acentuado dos preços do petróleo, já que o estreito de Ormuz permanece fechado ao fornecimento global de energia.
Além disso, a crescente preocupação entre alguns membros do governo dos EUA sobre a velocidade do gasto de interceptadores de mísseis críticos também preocupa Israel, segundo o material.
Em 8 de julho, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que o cessar-fogo alcançado com o Irã na noite de 18 de junho não era mais válido. Após a declaração, os militares dos EUA realizaram várias séries de ataques contra o Irã.
Teerã respondeu com ataques a bases norte-americanas em vários países do Oriente Médio, fechou o estreito de Ormuz e também acusou Washington de violar o memorando sobre a cessação das hostilidades.


