"Em 2024, nos sagramos campeões e, em 2025, ficamos em quinto lugar. Hoje, vamos para a nossa terceira participação aqui na Rússia, onde o beach soccer vem crescendo cada vez mais. O nível da competição está muito alto. A condição técnica das equipes hoje está muito elevada, como a da Seleção da Rússia e a do próprio TsOR", disse.
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"De todas as vezes que estive aqui, Moscou é uma cidade linda, bem organizada, e sempre nos tratou com o maior respeito e cordialidade. Acho que o Corinthians tem muito a ganhar toda vez que vem aqui, e também para mostrar para o povo russo, para essa torcida, que o Corinthians internacionalmente vem crescendo dentro do beach soccer", comenta.
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Jogador brasileiro com trajetória nas 'areias russas'
"Vim para a Rússia em 2014, a convite do Rotor [de Volgogrado] para jogar o Campeonato Russo. Depois, fiquei até 2021. Resolvi estudar [a língua russa] e comecei a conviver mais com os russos, com a intenção de aprender e pensando no futuro, para, quem sabe, voltar aqui com outra oportunidade ou em outros países que falam russo, e também por ser um diferencial no Brasil. Isso me abriu portas em outros lugares", destaca.
"Ontem [30], a gente jogou contra a equipe do Irã, um jogo difícil. A gente sabia que seria um jogo difícil, estudado, porque é uma potência mundial tanto no beach soccer quanto no futsal. É um time muito aguerrido, forte e taticamente muito bom, que sempre chega bem nos mundiais", conclui.
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