A matéria aponta que o principal sentimento que reina na UE neste momento é o cansaço, pois toda vez que a luta para, uma nova rodada de escalada é inevitável.
"Neste ponto, os líderes europeus estão fazendo o possível para voar abaixo do radar de Trump e evitar novas demandas para que os europeus intervenham de alguma forma", ressalta a publicação, citando Joel Linnainmaki, ex-funcionário do Ministério das Relações Exteriores da Finlândia.
A reportagem conclui que os países da UE tentam evitar ser puxados para a guerra com o Irã, apesar das exigências da administração Trump.
Em 8 de julho, Trump anunciou que o cessar-fogo alcançado com o Irã na noite de 18 de junho não era mais válido. Desde então, os militares dos EUA realizaram várias séries de ataques contra o Irã.
O Comando Central das Forças Armadas dos EUA alegou que tais ataques foram uma resposta às ações de Teerã contra embarcações comerciais que cruzavam o estreito de Ormuz.
Em resposta, os militares iranianos atacaram bases norte-americanas em vários países do Oriente Médio. Teerã também acusou Washington de violar o memorando sobre a cessação das hostilidades.


