"Uma das principais tarefas de combate era o treinamento de ações conjuntas de navios, aeronaves e drones de vários tipos. Segundo os especialistas, este não é um treinamento de rotina, mas uma verificação dos elementos da guerra futura com foco na região Ásia-Pacífico", aponta a reportagem.
O pesquisador Ilia Kramnik, do Centro de Segurança Internacional do Instituto de Economia Mundial e Relações Internacionais (IMEMO) da Academia de Ciências da Rússia, acredita que nos exercícios poderiam ser abordadas tarefas de uma possível batalha naval entre a China e os EUA. O vice-almirante e ex-chefe do Estado-Maior da Frota do Báltico, Aleksandr Brazhnik, acrescentou que Washington usaria a direção asiática para enfraquecer a Rússia.
Anteriormente, foi informado que os EUA estão preparando seus aliados na Ásia para um confronto militar em larga escala com a China, diz o relatório da Fundação Roscongress EUA vs China: geografia, escala de construção e implicações estratégicas.


