Petrov destacou que os militares russos abandonaram os grandes hangares e passaram a utilizar armazéns subterrâneos e tanques elásticos.
"Os combatentes estão construindo 'cidades subterrâneas' na zona da operação militar especial, equipando armazéns de combustível a uma profundidade de até cinco metros para proteger de forma confiável o combustível de drones pesados e de seus estilhaços", ressaltou.
Segundo o major, em vez de grandes armazenamentos, que são facilmente detectados do ar, agora são utilizados tanques elásticos, que podem ser rapidamente camuflados ou simplesmente enterrados.
Ele acrescentou que a logística de entrega de combustível para a linha de frente também passou por mudanças significativas. Nas rotas, a retaguarda já abandonou as grandes colunas, que se tornam alvos fáceis.
Os combatentes entregam tudo o que é necessário para a vitória, alterando constantemente os pontos de abastecimento e explorando ao máximo as propriedades protetoras do terreno e as condições climáticas, observou.
Petrov esclareceu que, para a entrega de materiais combustíveis nas áreas mais perigosas da zona de combate, os combatentes utilizam ativamente buggies manobráveis, motocicletas e até drones terrestres.
"Além disso, os oleodutos de campo vêm sendo cada vez mais implantados nas tropas. Esse método de fornecimento secreto de combustível reduz significativamente a ameaça de danos a motoristas e veículos nas rotas", concluiu.
Na sexta-feira (31), o Ministério da Defesa russo informou que as Forças Armadas da Rússia libertaram, nos últimos sete dias, 12 povoados na zona da operação militar especial, entre eles Verovka e Stenki.


