Países ampliam restrições às redes sociais para proteger crianças e adolescentes

Por Sandra Capomaccio03/08/2026 às 11:500 visualizações
João Paulo Lotufo - Dr. Bartô e os doutores da saúde
João Paulo Lotufo - Dr. Bartô e os doutores da saúde
Jornal da USP
🎙 Sandra Capomaccio · Jornal da USP

Leis e propostas em diferentes países limitam o acesso de crianças e adolescentes às plataformas digitais, reforçando o debate sobre saúde mental, tempo de tela e responsabilidade das empresas e das famílias

 Publicado: 03/08/2026 às 8:50

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Na coluna desta semana, Dr. Bartô comenta que diversos países têm adotado medidas para restringir o acesso de crianças e adolescentes às redes sociais, com o objetivo de proteger a saúde física e mental dos jovens. A Austrália foi pioneira ao proibir o uso dessas plataformas por menores de 16 anos, enquanto a França aprovou uma lei que veta o acesso para menores de 15 anos e também proíbe celulares no ensino médio. No Reino Unido, adolescentes com menos de 16 anos terão o acesso a aplicativos como Instagram, TikTok e YouTube bloqueado entre meia-noite e 6h.

No Brasil, a Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda limites rigorosos para o tempo de tela, incluindo tolerância zero para crianças de até 2 anos. O País também discute medidas para vincular contas de menores aos perfis de responsáveis, no chamado ECA Digital. O colunista destaca, ainda, a necessidade de regulamentar outros problemas que afetam os jovens, como apostas on-line, consumo de álcool e a venda ilegal de cigarros eletrônicos. Como orientação prática às famílias, reforça a importância de fazer as refeições com os filhos sem o uso de celulares, fortalecendo o convívio e reduzindo os riscos associados ao uso excessivo das telas.

Dr. Bartô e os Doutores da Saúde

Com o Prof. João Paulo Lotufo

A coluna Dr. Bartô e os Doutores da Saúde, com o professor João Paulo Lotufo, vai ao ar quinzenalmente, segunda-feira às 9h, na Rádio USP (São Paulo 93,7 ; Ribeirão Preto 107,9), com produção da Rádio USP, Jornal da USP e TV USP.


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Fonte
Jornal da USP
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