"Convoco os movimentos indígenas, camponeses e estudantis de Cauca a organizar 'guardas de libertação' para enfrentar assassinos organizados, utilizando a força das redes e o poder popular."
Petro explicou que essas guardas funcionariam como "formas de milícia popular", atuando em "coordenação com o Exército Nacional onde quer que este decida cumprir o mandato constitucional de defender o povo".
O presidente da Colômbia esclareceu ainda que as guardas "respondem apenas a ordens de suas comunidades em assembleia", as quais decidirão "se devem ou não estar armadas".


