De acordo com a apuração, analistas do Goldman Sachs afirmam que, diante das crescentes barreiras comerciais globais, a China precisa combinar estímulos fiscais direcionados com uma valorização gradual do yuan para reduzir tensões externas e sustentar suas metas econômicas.
Para o Goldman Sachs, a resposta ideal combina medidas de curto prazo — como estímulos fiscais voltados ao consumo — com reformas estruturais que ampliem gradualmente a participação da demanda doméstica no produto interno bruto (PIB). Essa mudança é vista como essencial para reduzir a dependência das exportações e aproximar a economia de um equilíbrio interno mais sustentável.


