“Série Energia”: Insumo de luxo do agronegócio não tem o tratamento que precisa

Por Ferraz Jr07/08/2026 às 16:000 visualizações
Foto: Mark Stebnicki/Pexels
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Jornal da USP
🎙 Ferraz Jr · Jornal da USP

Demanda por eletricidade no campo cresce, mas gestão energética ainda está muito aquém do avanço que a gestão agronômica atingiu

 Publicado: 07/08/2026 às 13:00
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Sistema de irrigação em lavouras demandam energia elétrica de forma regular e contínua –
Sistema de irrigação em lavouras demandam energia elétrica de forma regular e contínua – — Mark Stebnicki/Pexels
Sistema de irrigação em lavouras demandam energia elétrica de forma regular e contínua – Foto: Mark Stebnicki/Pexels
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A agropecuária brasileira revolucionou suas práticas nas últimas décadas com precisão agrícola, automação, genética e manejo do solo. Com esse avanço, que faz do Brasil potência mundial no setor, a dependência energética do campo cresceu a ponto de se tornar um dos insumos mais estratégicos, muito embora ainda não receba o tratamento que precisa. 

Enquanto isso, os sistemas de irrigação por pivô central, a secagem e a aeração de grãos, as câmaras frias, a ordenha automatizada, os aviários climatizados, os confinamentos com controle ambiental só fazem a demanda por energia elétrica aumentar. O perfil do campo mudou e a energia deixou de ser apenas um custo operacional e passou a ser um fator direto de risco produtivo.

No áudio anexo você pode ouvir a análise completa deste cenário feita pelo professor Fernando de Lima Caneppele, da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da USP em Pirassununga (SP). Ele é especialista em energia sustentável e coproduz a Série Energia com o jornalista Ferraz Junior, da Rádio USP de Ribeirão Preto. Você pode sintonizar a emissora em FM 107,9, pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular para Android e iOS.


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