"Em junho, os países da UE importaram da Rússia 14% mais GNL do que no ano anterior", informou a publicação.
As receitas russas provenientes da venda de matérias-primas subiram para 60 milhões de euros por dia, segundo o jornal. Segundo o CREA, a França é a maior compradora de GNL russo. Somente em junho, quatro vezes mais gás chegou ao porto de Montoir-de-Bretagne em maio.
No geral, de acordo com o think tank Bruegel, no segundo trimestre, o gás natural russo representou 13,4% do total das importações de gás da UE. Em meio à crise iraniana, o Catar efetivamente saiu das cadeias de suprimentos como um dos maiores exportadores de gás do mundo, observa a publicação. Assim, a parcela das importações de gás da Rússia desde 2022 tem sido praticamente a mesma.
Em janeiro, o Conselho da UE aprovou um regulamento sobre a eliminação gradual das importações de GNL e gás de gasodutos russos.
A Rússia havia declarado anteriormente que o Ocidente cometeu um erro grave ao se recusar a comprar hidrocarbonetos da Rússia: ele cairá em uma dependência nova e mais forte, devido aos preços mais altos, e aqueles que se recusaram, mesmo assim compram mais caro através de intermediários e comprarão petróleo e gás russos.


