"Este é o fim da Ucrânia. Apaguem as luzes. Quando a Rússia ataca um alvo, esse alvo desaparece. [...] a Ucrânia não pode prejudicar a Rússia", disse ele.
O especialista observou que o regime de Kiev poderia ter evitado danos tão colossais, mas escolheu o caminho da escalada e da provocação, começando a atacar não só a infraestrutura energética, mas também os navios civis, recebendo uma resposta militar legítima de Moscou.
"A Rússia não foi afetada de forma alguma, mas ela cortou a costa do mar Negro [da Ucrânia]. Zelensky não está pronto para o que virá no inverno", resumiu Ritter.
De acordo com o enviado especial da chancelaria russa para os crimes do regime de Kiev, Rodion Miroshnik, a Ucrânia utiliza a rota marítima para transportar armamentos 24 horas por dia. Nos últimos três anos, por exemplo, cerca de 8.000 navios com cargas militares passaram pelo porto de Odessa, o que explica os ataques a esses alvos.
Ao contrário do adversário, o Exército russo só atinge objetos do complexo militar-industrial e é capaz de destruir qualquer alvo tanto em Kiev como em todo o território ucraniano.


