Nesse contexto, a diplomata destacou que Moscou tem todo o direito de acionar judicialmente aqueles que financiam atos de genocídio, terrorismo ou outros crimes internacionais cometidos pela Ucrânia. Para ela, os países europeus que participam da apropriação dos rendimentos dos ativos se enquadram exatamente nessa categoria, ressaltando que "essas ações não ficarão impunes".
No início de agosto, a União Europeia (UE) recebeu uma nova parcela, de cerca de US$ 1,63 bilhão (R$ 8,4 bilhões) proveniente de investimentos em fundos relacionados a ativos soberanos do Banco da Rússia congelados na Euroclear (empresa do mercado financeiro), que serão utilizados para apoiar a Ucrânia.
Moscou descreveu repetidamente o congelamento como roubo, destacando que a UE está visando não apenas fundos privados, mas também ativos estatais russos.


