Documentos que sustentam a série do Insubornável sobre o trecho ferroviário entre Mafra e Lages (SC). Reportagens: A Ferrovia de Lages está no mapa da nova concessão, mas não no plano de obras (Parte 1) e Contrato obriga a cuidar do trilho entre Mafra e Lages, mas não obriga a rodar trem (Parte 2).
Cada arquivo foi baixado da origem indicada em 7 de agosto de 2026 e preservado com código de verificação SHA-256 — uma impressão digital do arquivo: quem baixar a cópia e calcular o mesmo código confirma que o documento não foi alterado. Conferência completa da coleta em página de verificação; índice legível por máquina em _indice.json. Documentos de órgãos públicos: obras oficiais (Convenção de Berna, art. 2(4)).
Descreve os lotes; Mafra no objeto do Corredor Mercosul, item 1.2.3, página 10.
Cláusula 3.2.5, devolução ou desativação de trechos ociosos ou antieconômicos, páginas 15 e 16.
Anexo 1 do contrato. Plano de investimentos obrigatórios; Mafra não aparece nas 40 páginas.
Para comparação: aqui Mafra tem obra, prazo e custo, nos subgrupos Eng. Bley – Mafra e Mafra – São Francisco do Sul.
Agrupamento INTE_04 Mafra – Lages, 292,76 km. Tabela 8-2, páginas 74 e 75: "Via já apresenta condições físicas favoráveis".
Plano de vias e velocidades. A planilha anexa marca oito dos doze entre-pátios como interrompidos.
Aba "2. Entre Pátios": o segmento Mafra – Itaiópolis traz "Trecho atualmente não operacional" e capacidade zero.
Resposta ao Requerimento de Informação 3834/2025: multa, ordem de retomada em 30 dias, frete e caminhões adicionais.
Manifestações da Rumo, da ANTT, do MPF, da ANUT e do Sindifergs sobre a Malha Sul.
Prevê inspeção em 4 de abril de 2025 nos 292,8 km entre Lages e Mafra e fiscalização de 18 a 22 de agosto.
Estes dois trabalhos não são obra oficial: são monografias acadêmicas de conclusão do Curso de Altos Estudos de Política e Estratégia, publicadas em acesso aberto pelo repositório da Escola Superior de Guerra, instituição federal de ensino. O Insubornável preservou as cópias porque o repositório de origem saiu do ar — conferido em 10 de agosto de 2026, quando nem o domínio nem os dois endereços respondiam. A autoria é de cada autor; a origem está indicada em cada ficha, e a reprodução aqui serve à verificação do que a reportagem cita. Autor que queira a retirada pode pedi-la pela Redação.
Fonte do diagnóstico sobre a descontinuidade dos programas de infraestrutura entre 2007 e 2015, da divisão da obra do Tronco Principal Sul entre quatro batalhões e da proposta de programas de Estado com recursos protegidos do contingenciamento. O autor havia deixado o comando do 1º Batalhão Ferroviário, sediado em Lages, no início do mesmo ano.
Fonte da correlação estatística entre infraestrutura de transporte e capacidade militar em vinte países, e da recuperação da passagem de 1940 do General Francisco de Paula Cidade sobre as linhas férreas que não atendem a fins comerciais.
Publicado em 7 de agosto de 2026, com as duas monografias da Escola Superior de Guerra acrescentadas em 10 de agosto de 2026. O acervo completo da apuração tem 108 documentos; os demais podem ser pedidos pela página Sugerir Pauta ou por insubornavel@mailbox.org.